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Óleos e graxas de relojoaria

Mecanismo de relógio em revisão completa

Por que não se usa "óleo comum"? Porque relojoaria trabalha com cargas minúsculas, velocidades altíssimas e décadas de expectativa de vida.

O que um lubrificante de relojoaria precisa ter

  • Estabilidade: não ressecar nem engrossar por 5+ anos
  • Viscosidade exata: cada ponto do mecanismo pede uma — por isso o arsenal de frascos
  • Baixa migração: ficar onde foi aplicado (óleos comuns "caminham" por capilaridade)
  • Neutralidade química: não atacar latão, aço, rubis e lacas

Sintéticos modernos

Os padrões suíços atuais (famílias tipo 9010, HP, graxas de bride) substituíram os óleos animais antigos com vida útil muito maior — um dos motivos de os intervalos de revisão terem crescido nas últimas décadas.

Curiosidade que explica preço

Um frasco de 2ml de óleo topo de linha custa como um jantar — e rende centenas de relógios. O que você paga na revisão é o conhecimento de onde vai cada gota.

Pergunta frequente

Relógio "nunca aberto" desde os anos 90 pode estar bom?

Os óleos de então já viraram verniz. Funcionar não significa estar saudável — significa desgastar em silêncio.

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